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[Vendas] Prius C

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  • [Vendas] Prius C

    Vi esta noticia no Prius-PT e o que é certo é que o Prius C em apenas três dias vendeu mais carros que o Chevrolet Volt e Nissan Leaf juntos durante todo o mês de Fevereiro... 8O Isto nos Estados Unidos



    Parece que a Toyota tem em mãos mais um caso de sucesso.
    Toyota Prius C Outsells Volt and Leaf in Only Three Days

  • #2
    Também vão vender cá?

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    • #3
      Cá vai ser o Yaris hibrido a ser comercializado, a mecânica é a mesma. Penso que o Prius C fica só nos states, no Japão é vendido como Aqua

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      • #4
        Acho a traseira do yaris mais bonita que a deste prius. E nao era melhor, a nivel de consumos e economia, acoplar o motor 1.0vvti ao sistema hibrido?

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        • #5
          Originally posted by kiling View Post
          Acho a traseira do yaris mais bonita que a deste prius. E nao era melhor, a nivel de consumos e economia, acoplar o motor 1.0vvti ao sistema hibrido?
          Não, no HSD conta mais o consumo específico do motor térmico. O ideal era um motor ainda maior, mas o 1.5 é uma base mais barata, e contida em termos de peso e impostos finais.

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          • #6
            Confesso que os meus conhecimentos em hibridos nao sao os melhores, mas nao percebi o porque de um motor maior ser melhor... porque produz mais energia com menos "força"?

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            • #7
              Qualquer motor térmico tem consumo específico (eficiência) melhor quanto maior a sua capacidade unitária [fixados que sejam os restantes dados principais].
              No caso do HSD, ele opera numa linha de abertura de borboleta vs rpm pela sua engenhosa e-CVT, permitindo explorar zonas de eficiência mais interessantes:



              Há uma particularidade, é que num Otto a tal zona boa é normalmente uma pequena ilha, num Atkinson é larga e dá excelentes consumos numa franja de potência adaptada para a esmagadora maioria dos pedidos do condutor...



              Um 1.0VVti em Atkinson seria algo anémico (55cv, talvez?), também, convém salientar.

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              • #8
                Originally posted by telmo.salgado View Post
                ...
                Um 1.0VVti em Atkinson seria algo anémico (55cv, talvez?), também, convém salientar.
                Neste ultimo protótipo, o FT-Bh eles já usaram um motor 1.0 atkinson de 2 cilindros como MCI. Mesmo que as baterias possam fornecer uns 30Cv extra, já fica com 85Cv... Para um citadino do dia-a-dia chega e sobra, nem precisava de tanto.

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                • #9
                  Originally posted by FastPeter View Post
                  Neste ultimo protótipo, o FT-Bh eles já usaram um motor 1.0 atkinson de 2 cilindros como MCI. Mesmo que as baterias possam fornecer uns 30Cv extra, já fica com 85Cv... Para um citadino do dia-a-dia chega e sobra, nem precisava de tanto.
                  O FT-Bh, além de ser um protótipo, é bastante mais leve...
                  Repara na cilindrada unitária, que é 500cc, i.e., mais do que o 1.8 do Prius 3G... ;)

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                  • #10
                    Acho que se deveria vender cá, é bastante apelativo, até mais que o yaris a meu ver...

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                    • #11
                      telmo.salgado, uma pergunta, porque é que o ciclo Atkinson "expulsa" parte da mistura ar-combustivel para a camara de admisão? Teriamos uma taxa de compressão efectiva mais elevada o que iria aumentar e bastante o rendimento térmico do motor... é que neste momento o 1.8L Atkinson presente no Auris/Prius 3G produz tanta potência que o 1.33, já o binario produz apenas mais 17 N.m. E de referir que em ciclo combinado sem sistema HSD consome apenas mais 2L o 1.33 vs HSD...

                      Já para não dizer que neste momento o motor do GT86 tem uma taxa de compressão elevadissima por isso o grupo Toyota tem o "know-how" de como o fazer aguentar as elevadas taxas.
                      Last edited by William_1991; 21-03-2012, 20:18 PM.

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                      • #12
                        Originally posted by William_1991 View Post
                        telmo.salgado, uma pergunta, porque é que o ciclo Atkinson "expulsa" parte da mistura ar-combustivel para a camara de admisão? Teriamos uma taxa de compressão efectiva mais elevada o que iria aumentar e bastante o rendimento térmico do motor... é que neste momento o 1.8L Atkinson presente no Auris/Prius 3G produz tanta potência que o 1.33, já o binario produz apenas mais 17 N.m. E de referir que em ciclo combinado sem sistema HSD consome apenas mais 2L o 1.33 vs HSD...

                        Já para não dizer que neste momento o motor do GT86 tem uma taxa de compressão elevadissima por isso o grupo Toyota tem o "know-how" de como o fazer aguentar as elevadas taxas.
                        Com esse retorno ao colector o Otto transformado em "Atkinson" tem taxa de compressão efectiva menor na fase de compressão relativamente à expansão. O rendimento térmico é dado por este tempo, que é o de produção de trabalho, já que no tempo de compressão absorve trabalho.
                        Obviamente, com menor mistura comprimida, o rendimento volumétrico diminui e a potência também.


                        Num motor desportivo o objectivo é mais potência, pelo que no GT86 a taxa elevada é "fixa", como em qualquer Otto.

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                        • #13
                          Originally posted by William_1991 View Post
                          (...)Já para não dizer que neste momento o motor do GT86 tem uma taxa de compressão elevadissima por isso o grupo Toyota tem o "know-how" de como o fazer aguentar as elevadas taxas.
                          Atenção que a alta taxa de compressão no GT86 é permitida pelo facto de ter injecção directa...que por si só tem (algumas) vantagens...mas tem outras desvantagens, como a emissão de poluentes NOx e PM...

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                          • #14
                            Originally posted by telmo.salgado View Post
                            Com esse retorno ao colector o Otto transformado em "Atkinson" tem taxa de compressão efectiva menor na fase de compressão relativamente à expansão. O rendimento térmico é dado por este tempo, que é o de produção de trabalho, já que no tempo de compressão absorve trabalho.

                            Obviamente, com menor mistura comprimida, o rendimento volumétrico diminui e a potência também.


                            Num motor desportivo o objectivo é mais potência, pelo que no GT86 a taxa elevada é "fixa", como em qualquer Otto.
                            Mas com a mistura ar-combustivel a voltar para a admissão no próximo ciclo em que entra mais ar, este vem com o combustível do anterior certo? Isso não traz as desvantagens da injecção indirecta? E combinado com o repor de "novo" combustível pelo injector no cilindro não vai colocar combustível a mais ou o sistema sabe de certa forma a quantidade do mesmo que retornou a admissão? Não sei se está a entender as minha perguntas...

                            Originally posted by telmo.salgado View Post
                            Atenção que a alta taxa de compressão no GT86 é permitida pelo facto de ter injecção directa...que por si só tem (algumas) vantagens...mas tem outras desvantagens, como a emissão de poluentes NOx e PM...
                            O 4U-GSE tendo os dois sistemas de injecção não sei se existe uma troca ou ambos trabalham em simultâneo mas na imagem que ponho em baixo da para ver uma queda de potência as 4k RPM, talvez o comutar do sistemas (sugestão apenas pessoal), mas se sim o motor consegue ter 12.5:1 com indirecta...

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                            • #15
                              Originally posted by William_1991 View Post
                              Mas com a mistura ar-combustivel a voltar para a admissão no próximo ciclo em que entra mais ar, este vem com o combustível do anterior certo? Isso não traz as desvantagens da injecção indirecta? E combinado com o repor de "novo" combustível pelo injector no cilindro não vai colocar combustível a mais ou o sistema sabe de certa forma a quantidade do mesmo que retornou a admissão? Não sei se está a entender as minha perguntas...
                              É uma questão do computador estimar a quantidade que retorna em cada ciclo e injectar as quantidades necessárias. Penso que não há aqui muitos segredos, os Atkinson a partir de Otto já existem há algum tempo (15 anos) e desde o início funcionam bem...os resultados falam por si.
                              O 1.8 tem 13:1, quando o bloco de onde deriva em Otto tinha originalmente 10:1, possibilitado pelo dito decréscimo da massa admitida no ciclo de compressão. A vantagem é mesmo na expansão com taxa 13:1, e daí a eficiência elevada.

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