Os materiais são bem melhores do que no iQ........
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Aston Martin + Toyota IQ
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telmo.salgado, não sejas ingénuo, achas que uma marca como a aston martin que tem a qualidade como uma das suas principais se não for a principal referência, iria deixar sair um carro a sustentar a sua insignia com plásticos da treta e que se fosse desintegrando ao mesmo tempo?
Eu não tenho um iQ, nem preciso de ter para dizer que este carro em qualidade de construção será sem duvida melhor do que o iQ.
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Não Telmo, não tenho nenhum iQ, nem quero.Originally posted by telmo.salgado View PostEssa é inesperada. Além do Auris que possuis, também tens um IQ e que sofre do mesmo mal?
Conheço quem já teve um e depois o vendeu. Mas isso é outra história.
Agora posso te garantir que a nível de materiais a diferença do iQ da Toyota para o da Aston Martin deve ser brutal, da noite para o dia, devem ser dois carros totalmente diferentes. É que a Aston ao contrário da Toyota não brinca no que toca à qualidade.
Pelo que tenho lido o iQ também não prima pela qualidade dos plásticos, são maus, ruidosos e riscam com facilidade, relatos de actuais proprietários de iQ's.
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A resposta à minha questão foi inequívoca. Os materiais do IQ são de inferior qualidade quando comparados com o que a Aston Martin pretende. No entanto, e para quem conheça um pouco do mercado, faço mais duas questões:
O que terá levado a AM a escolher esta base - o design (no qual se inclui a verstilidade e mecânica) ou a qualidade intrínseca do projecto?
Será que o IQ não está enquadrado num segmento em que a qualidade dos materiais é menor, em absoluto, ou o IQ em termos relativos não é assim tão mau?
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Este fórum já enjoa com com tanta discussão de plásticos.
É outra história porquê? Conta coisas que a malta é curiosa, não gosta de histórias pela metade.Conheço quem já teve um e depois o vendeu. Mas isso é outra história.
Mas pessoas que compram um carro e o vendem logo a seguir é um problema comum nos dias de hoje.
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Não se pode ignorar a imposição de reciclabilidade aos construtores. Plásticos diferentes (e classificados, ou rastreados) na mesma peça é complicado, e isso reflecte-se da sensibilidade. A única maneira de dar a volta a isso é revesti-los, mas são opções que encarecem sobremaneira o produto, só é viável na alta gama.
Isto passou-se a partir dos finais da década de 90, e ainda é um problema.
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Já estive com peças da Dacia na mão e da VW...
Mesmo material...
A diferença está no quanto o "patrão" está disposto a gastar na ferramenta (complexidade - quanto menos peças e melhor fixação, menos ruidos) e preço/peça (no caso de revestimentos - "ai que fofo").
De resto, vem da experiencia da equipa de projecto...Mas isso é utopico, porque estamos a lidar com folgas do valor de partes de milimetro e diversas empresas fornecedoras com diversos niveis de Know-How...
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O pior disso tudo é que esse carro é uma mera estratégia para baixar a média da marca a nível da poluição que os motores produzem!
Carros Pequenos+ motores pequenos= Low co2 emission basta ter um carro com baixas emissões e a Média é logo diferente!
Abraço
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Eu tenho um IQ e, como diz aí acima um forista, vou dar os meus 2 cêntimos à conversa.
O pessoal dos IQ's reclama com a qualidade dos plásticos e do serem muito "riscáveis", é verdade. É QUE O RESTO DO CARRO É TÃO MAGNIFICO E APAIXONANTE que nós temos de arranjar um defeito qualquer senão o resto das pessoas pensam que não falamos dos defeitos/problemas do IQ.
Agora a sério, li também algo de forrar. No forum do iqportugal.com há um colega que mandou forrar as portas a pele. É uma solução mais ou menos em conta para quem detesta ter o carro com os plásticos das portas riscados e dará um look mais Cygnet...
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